FonoTools tem o objetivo de auxiliar a terapia dos pacientes portadores de distúrbios da comunicação, baseado em transformar a audição da própria produção da voz e da fala, como um meio de promover mudanças na comunicação oral.
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FONOTOOLS - DISTÚRBIOS DA COMUNICAÇÃO

FONOTOOLS - DISTÚRBIOS DA COMUNICAÇÃO


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FonoTools é um software para Distúrbios da Comunicação, desenvolvido sob a coordenação da Dra. Mara Behlau, diretora do CEV, a partir de 25 anos de experiência clínica. 

FonoTools tem o objetivo de auxiliar a terapia dos pacientes portadores de distúrbios da comunicação, baseado em transformar a audição da própria produção da voz e da fala, como um meio de promover mudanças na comunicação oral.

O Software congrega sete diferentes modos de operação:

- Amplificação
- Atraso
- frequência
- Inversão
- Mascaramento
- Repetição
- Ritmo

Que podem ser utilizados tanto em provas diagnósticas, como no tratamento de pacientes com transtornos de comunicação.

*** Você pode compartilhar as informações cadastrais entre os seguintes produtos de voz da familia CTS (VoxGames *, VoxMetria *, FonoTools *, Vocalgrama, FonoView *). 

*versão 4 ou superior

Acompanha o produto: Adaptador Andrea PureAudio USB 

Coord.: Dra. Mara Behlau

Adaptador Andrea PureAudio

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Características



    FonoTools é composto de 7 modos de monitoramento auditivo. Inicialmente, o clínico realiza o cadastro do cliente, e em seguida seleciona o modo de monitoramento desejado. O paciente ouvirá sua própria voz através de fones de ouvido com microfone, os monitoramentos podem ser salvos permitindo ao clínico manter um histórico das sessões de seu cliente.

     

    Modos de Funcionamento:

     

    1. Amplificação

    O Modo de Amplificação permite ao clínico aplicar um incremento na intensidade do retorno do sinal auditivo e provoca o efeito de redução imediata do volume de voz e suavização da qualidade vocal, que passa a ser menos tensa. Em muitas situações, apenas uma pequena amplificação pode ser suficiente para auxiliar o indivíduo a observar impactos importantes em sua emissão, que fica mais suave, mais estável e com tempos máximos de fonação mais longos.

    Aplicações da Amplificação:
     
    Transtorno
     
    Estratégia
     
    Disfonia
    Ressaltar aspectos da qualidade vocal, como rouquidão, tensão, nasalidade, esforço, ataque, ressonância e coordenação pneumofônica.
     
    Distúrbio Articulatório
    Comparar uma produção correta e outra distorcida.
     
    Aperfeiçoamento Vocal
    Melhorar o controle de parâmetros vocais e de fala selecionados.
     
    Disfluência
    Identificar e controlar aspectos particulares da emissão.
     
    Aperfeiçoamento vocal
    Redução de sotaque ou regionalismo.
     
    Processamento auditivo
    Trabalhar parâmetros auditivos de voz e de fala.
    Conscientização de mudanças de intensidade.
     
    Leitura-e-escrita
    Trabalho de ditado, associação fonema-grafema.
     
    Linguagem
    Evidenciar aspectos morfológicos e sintático-semânticos.
     

     

    2. Atraso

    O Modo de Atraso, também chamado de Monitoramento Auditivo Retardado, refere-se à introdução de um atraso no retorno da própria fala (Efeito Lee), como às vezes acontece nos problemas de recepção de telefonia. 

    O monitoramento auditivo retardado rompe a habilidade do indivíduo monitorar sua produção de voz e fala, o que, em indivíduos normais, produz prolongamento das vogais das palavras e uma fala arrastada. 

    Tal função pode ser empregada no paciente com disfonia de origem psicológica, quando pode haver regularização da produção vocal, pela ruptura no monitoramento auditivo. Já no paciente disfluente, a redução da velocidade da fala produz uma emissão melhor organizada. 

    Uma outra possibilidade de aplicação do atraso é o uso dessa estratégia para aumentar o volume e regularizar o ritmo de pacientes com Parkinsonismo ou presbifonia.

    Aplicações do Atraso:
     
    Transtorno
     
    Estratégia
     
    Disfonia psicogênica
    Prova diagnóstica diferencial entre quadros psicogênicos e neurológicos. Tratamento por remoção do controle auditivo.
     
    Disartrofonias
    Regularização do ritmo.
     
    Disfluência
    Regularização do ritmo. Redução da velocidade.
     
    Vozes Profissionais
    Controle da emissão e desenvolvimento de outras vias de monitoramento.
     
    Parkinsonismo
    Regularização da articulação e aumento de intensidade.
     
    Presbifonia e alteração
    na fluência do idoso
     
    Melhor controle de voz e de articulação.
     
    Disfonias Hipocinéticas
    Aumento do volume da voz.
     

     

    3. Deslocamento de Frequência

    O Modo de Deslocamento de frequência da emissão consiste na manipulação da frequência fundamental e da gama tona da emissão do paciente, deslocando-a para frequências mais graves ou mais agudas, em até 12 semitons. 

    Tal estratégia é muito útil nas disfonias com alteração do tom da voz, como nos quadros de muda vocal, falsete, puberfonia, sulco vocal, virilização vocal, deficiência auditiva ou em pacientes com edema de Reinke. 

    Além dessas situações, pode-se utilizar esse modo de operação para diversas tarefas de treinamento do processamento auditivo.

    Aplicações do Deslocamento de Frequência:

    Transtorno

    Estratégia

    Disfonia

     

    Deslocamento para os agudos em edema de Reinke ou virilização vocal.
    Deslocamento para os graves em falsete, puberfonia, disfonias da muda ou sulco vocal.

     

    Processamento Auditivo

    Conscientização de mudanças de frequência.

     

    4. Inversão

    O modo de Inversão dos sons emitidos consiste na reversão da ordem dos sons das palavras, ouvindo-se o trecho salvo de trás para frente. Tal função é muito útil no treinamento do processamento auditivo, para o desenvolvimento da consciência fonológica, em inúmeras aplicações no treinamento articulatório e na reabilitação de transtornos da leitura-e-escrita.

    Aplicações da Inversão:

    Transtorno
     
    Estratégia
     
    Processamento Auditivo
     
    Conscientização da sequência dos sons da fala.
    Consciência fonológica.
     
    Distúrbio articulatório
     
    Consciência fonológica.
     
    Transtornos de Leitura e Escrita
     
    Associação fonema-grafema.
     

     

    5. Mascaramento

    O Modo de Mascaramento Auditivo da Emissão consiste na introdução de um ruído mascarante que produz uma resposta reflexa de aumento da intensidade da emissão (efeito Lombard). O mascaramento reduz o impacto do controle auditivo, que pode estar alterado em algumas disfonias. 

    Tal estratégia é efetiva em muitos casos de disfonias psicogênicas, como nas afonias de conversão, facilitando a remoção do sintoma e o retorno à sonoridade vocal. 

    Nos quadros neurológicos com hipofonia, pode-se também empregar o mascaramento para se produzir uma voz mais intensa e equilibrada. Uma outra aplicação importante do mascaramento auditivo é com usuários ocupacionais ou profissionais da voz, como cantores ou repórteres, que podem desenvolver melhor controle de sua voz e sua fala com treinamento sob mascaramento. 

    Ainda nos quadros de transtorno do processamento auditivo, o mascaramento pode ser utilizado nas diversas tarefas onde se quer inserir um ruído competitivo.

    Aplicações do Mascaramento:
     
    Transtorno
     
    Estratégia
     
    Disfonia psicogênica
     
    Regularização da emissão.
     
    Simuladores vocais
     
    Remoção do controle auditivo sobre a voz.
     
    Disfonia hipocinética
     
    Aumento do volume da voz.
     
    Parkinson
     
    Aumento do volume e regularização da fala.
     
    Voz profissional
     
    Controle de voz e fala. Desenvolvimento de outros monitoramentos por limitação do auditivo.
     
    Transtornos do Processamento Auditivo
     
    Treinamento com inserção de ruído competitivo.
     

     

    6. Repetição

    O modo de Repetição consiste no registro e reprodução da própria emissão, em loop, para aumento da conscientização sobre aspectos específicos da comunicação oral do cliente, tais como parâmetros da voz, fala, fluência e coordenação pneumofônica.

    Sugerimos registrar uma pequena frase e reproduzi-la continuadamente ao cliente, para ressaltar os aspectos que se quer evidenciar.

    Tal função pode ser empregada em casos de aperfeiçoamento da comunicação oral, disfonia, distúrbio articulatório, disfluência, transtorno do processamento auditivo, problemas de leitura-e-escrita e de linguagem oral.

    Aplicações da Repetição:
     
    Transtorno
     
    Estratégia
     
    Disfonia
     
    Ressaltar parâmetros auditivos.
     
    Aperfeiçoamento vocal
     
    Redução de sotaque ou regionalismo.
     
    Distúrbios articulatórios
     
    Ressaltar parâmetros articulatórios.
     
    Disfluência
     
    Ressaltar aspectos da fluência.
     
    Linguagem
     
    Evidenciar aspectos morfológicos e sintático-semânticos.
     

     

    7. Ritmo

    O modo de Ritmo da fala consiste na introdução de um estímulo-guia, marcado por um número pré-definido de cliques por segundo, o que favorece o controle da velocidade de fala.

    O treinamento vocal com ritmo-guia é de utilidade principal para os transtornos vocais que envolvem também alterações no ritmo da fala, como algumas disartrofonias, principalmente as de origem cerebelar, além de poder ser utilizado em quadros de disfluência e transtornos de leitura.

    Para treinamento de processamento auditivo esse modo de operação também tem se mostrado bastante útil, podendo-se realizar vários exercícios para treinamento auditivo-vocal.

    Uma outra aplicação é nos casos de aperfeiçoamento da comunicação oral, pela importância da velocidade de fala na melhora global da emissão oral e em sua inteligibilidade.

    Aplicações do Ritmo:
     
    Transtorno
    Estratégia
    Parkinsonismo
     
    Regularização da emissão.
     
    Disfonias neurológicas
     
    Organizar o ritmo da fala, como na ataxia cerebelar.
     
    Aperfeiçoamento vocal
     
    Controle do ritmo da fala.
     
    Disfluência ou taquilalia
     
    Organizar o ritmo da fala.
     
    Leitura
     
    Treinamento da velocidade de leitura.
     
    Linguagem
     
    Aperfeiçoamento da emissão.
     
    Processamento auditivo
     
    Treinamento auditivo-vocal.